Mostrando postagens com marcador 1 primavera. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1 primavera. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

SONETO III/XII - PRIMAVERA: ALEGRO

{EAV_BLOG_VER:62d306d63e5edd95}
El futuro que tiene sólo sabe
Quién sabe el día de mañana.
Que problema y duda insana:
La suerte no dice el que cabe.

El tedio destruye la duda,
Y ese drama de amor tejer
Es posible que viene a ser
La rueda que el destino muda.

El hado que me involucra,
Si leyó no importa que suerte,
Es ver que es mía la ganancia.

Yo no espero por la hora que lucra:
Cualquiera el destino diga fuerte,
Qué materias son estar bastancía.

Revisão de dissertação ou tese - A vírgula e os dispositivos da lei - Seleção de artigos científicos - Emprego de este/ esse [No blog da Keimelion]

sábado, 10 de janeiro de 2009

SONETO II/XII - PRIMAVERA: LARGO


El horizonte si abrió, la ilusión inunda,
Un mar de deseo por mucho tiempo frustrado
Encaras el destino que se ha mostrado:
Libre de esperanza para la pasión profunda.

Saberes ocultos descubiertos muy breve,
Si los amores alcanzaren la carne así,
Podrán ciertamente calmar el frenesí
Que tormenta quien todavía no si atreve.

Mi sueño de musas que me hacen cautivo
De amor platónico solamente cantado,
La pena capital porque soy escondido.

Estoy satisfecho sin tener un motivo;
Por consiguiente, el deseo ya formado,
No será un gran misterio desconocido.

Revisando seus textos - Quanto custa a revisão de textos? - Erros comuns em redação - Desencalhe sua tese [Blog da Keimelion]

Vivaldi - Op. 8, RV 269 - A primavera. Mov. 2 Largo


Concerto para violinos No. 1 em Mi maior,
Op. 8, RV 269 - A primavera. Mov. 2, Largo,
Filarmônica de Berlin 1987,
Herbert von Karajan;
Anne-Sophie Mutter ao violino.

SONETO I/XII - PRIMAVERA: ALLEGRO


Que juego ese existir sin prueba
Cantar estos versos y amores,
Ventaja de vida en los colores,
Es deleite de alegría en trova.

Feliz de vivir para la vida,
Así simple y tomado de canción,
Si espera la continua seducción,
En versos de rima incontenida.

Esa olla de placer, la canté,
Con gracia de amores feraces,
Despierto, en el soñar de las frases,

En la duda que hora encontré,
Pero bien cierto de ser ileso,
Yo no oiré quién me hace estar preso.

Autor versus revisor de textos - Quanto custa a revisão de textos - Plágio e fraude acadêmica - A relevância da introdução [Blog da Keimelion]

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Vivaldi - Op. 8, RV 269 - A primavera. Mov. 1 Allegro


Concerto para violinos No. 1 em Mi maior,
Op. 8, RV 269 - A primavera. Mov. 1, Allegro,
Filarmônica de Berlin 1987,
Herbert von Karajan;
Anne-Sophie Mutter ao violino.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

SONETO I/XII - PRIMAVERA: ALLEGRO


Que lúdico existir sem prova
Cantar estes versos e amores,
Proveito de vida em cores,
Delícia de gozo na trova.

Feliz de viver pela vida,
Tão simples e leve cantiga
Seduz, que se espera prossiga,
Em versos de rima incontida.

Que vaga de prazer, cantei-a,
Com graça de amores ferazes,
Desperto, entre o sonhar das frases,

Na dúvida que hora permeia,
Mas bem certo de ser indene,
Pois não ouvirei quem me condene.

Belo Horizonte, 3 de agosto de 1996.

domingo, 4 de janeiro de 2009

SONETO II/XII - PRIMAVERA: LARGO


Horizonte aberto para ilusão que inunda,
Um mar de desejo muito tempo frustrado
Encara o destino qual sempre foi mostrado:
Vaga de esperança pela paixão profunda.

Saberes ocultos descobertos em breve,
Quando tais amores alcançarem a carne,
Poderão decerto acalmar o duro farne
Que tanto tormenta quem inda não atreve.

Meu sonho de musas que me fazem cativo
Deste amor platônico somente cantado,
O grande suplício por eu ser recatado.

Já fico contente sem ter bem um motivo,
Pois será logo em breve que tal desidério,
Deixará para mim de ser grande mistério.

Belo Horizonte, 4 de agosto de 1996.

SONETO III/XII - PRIMAVERA: ALLEGRO


Só sabe o futuro que tem
Quem conhece dia de amanhã.
Que problema e dúvida insã:
A sina não informa ninguém.

A dúvida o tédio destrói,
E que drama de amor tecer
É possível que venha a ser
A roda que o destino mói.

O fado que concerne a mim,
Não importa que sorte se leu,
É ver que o lucro seja meu
.
Não espero pela hora do fim:
Seja lá o destino o que diz,
O que interessa é ser feliz.

Belo Horizonte, 5 de agosto de 1996.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Memórias: A Primavera de Will Oliveira ganha cor.

As cores assumem seu papel de ocultar o branco, de formarem camadas de visão que se sobreporão na construção representativa ao ocupar seus espaços na forma.

Memórias: A Primavera de Will Oliveira tomando forma.

Enquanto isso, por outro lado e em outro ritmo, o esboço natural, o grafite sobre a tela, vão ensaiando e criando outra representação da vida.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Memórias: Os dois primeiros painéis da Primaveras.

As imagens vão surgindo aos poucos, da seleção preliminar dos aspectos escolhidos, das fotografias. Percebe-se agora o quanto cada escolha feita encontra-se na relação intersubjetiva, interdisciplinar com o conhecimento e o quanto a retórica pode pautar o trabalho.

Memórias: Composição do painel central da Primavera.

Ao defrontar com o desafio de compor um conjunto de quadros para expressar idéias tão complexas, surge a perplexidade oriunda do hábito de compor em outras sedes, as de alguém cujos projetos acadêmicos nunca foram tão livres e cujos projetos pictóricos tão presos.

SONETO I/XII - SPRING: ALLEGRO


That playful to exist without test
To sing these verses and loves,
Advantage of life in colors,
Delight of joy in the small song.

Happy of living for the life,
So simple and It has taken poem seduces,
And if she waits that she continues,
In verses of rhymes untied.

That vacant of pleasure,
I sang it, With favor of fertile loves,
Awaken, enter dreaming of the phrases,

In the doubt that hour if passes,
But well certain of being undamaged,
Therefore I will not hear who condemns me.

SONETO II/XII - SPRING: LARGO



Horizon opened for illusion that floods,

a desire sea much frustrate time
Faces the destination which always was shown:
Vacant of hope for the deep passion.

To know occult discovered in briefing,
When such loves to reach the flesh,
Will be able certainly to calm hard fidget
That as much storm who still does not have courage.

My dream of muses that make me captive
Of this platonic love only sung,
The great capital punishment for I to be hidden.

Already I am satisfied without having a reason well;
Therefore, it will be soon in briefing that such desire,
Won’t be a great mystery for me anymore.

SONETO III/XII - SPRING: ALLEGRO


It only knows the future that has it
Who knows day of tomorrow.
That problem and unhealthy doubt:
The luck does not inform anybody.

The doubt mourning destroys,
And that drama of love to weave
Is possible that comes to be
The wheel that the destination grinds.

The destiny that concerns me,
Does not matter that luck if read,
Is to see that the profit is mine.

I do not wait for the hour of the end:
Either there the destination what it says,
What matters is to be happy.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Memórias: A Primavera de Athayde e o Verão de Oliveira

Primeiros traços de cor. Em arte, o que conta não é a expressão e a representação da cor tão somente, mas o indivíduo, sua identidade e humanidade. Primeiro vem o cultivo da criação do indivíduo, depois esse indivíduo pode criar, criar com sentido do que é tempo próprio e tempo transcendente.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

La Primavera

Vivaldi
Giunt’é la Primavera e festosetti
La Salutan gl’Augei con lieto canto,
E i fonti allo Spirar de’Zeffiretti
Con dolce mormorio Scorrono intanto:

Vengon’ coprendo l’aer di nero amanto
E Lampi, e tuoni ad annuntiarla eletti;
Indi tacendo questi, gl’Augelletti
Tornan’ di nuovo al lor canoro incanto:

E quindi Sul fiorito ameno prato
Al caro mormorio di fronde e piante
Dorme’l Caprar col fido can’ à lato.

Di pastoral Zampogna al Suon festante
Danzan Ninfe e Pastor nel tetto amato
Di primavera all’apparir brillante.


Primavera, ou O Encontro: van de Venne, Adriaen Pietersz.
Óleo, 37,5 x 15 cm, 1625.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A Primavera – Concerto Nº 1 em Mi Maior


O primeiro movimento relaciona-se à primeira e à segunda estrofes; o segundo à terceira e o terceiro à quarta. Vivaldi descreve a chegada da primavera com toda sua singularidade, representada por uma melodia doce, remetendo aos cantos dos pássaros. Mas também há a tempestade, raios e trovões cobrem o ar em manto negro. Apesar disso, sem se importar, ficam os passarinhos, retornando a seu encanto canoro. Uma festiva reunião onde dançam as ninfas e os pastores ao som alegre das gaitas camponesas e sob o ansiado e brilhante céu de primavera. O solo de violino representa o pastor atormentado e os demais violinos representam o ambiente revolto.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Tese ou dissertação precisa de revisão da Keimelion.

Tese ou dissertação precisa de revisão da Keimelion.
Há mais de dez anos revisando textos com competência e pontualidade.

Postagens populares