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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

SONETO III/XII - PRIMAVERA: ALEGRO

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El futuro que tiene sólo sabe
Quién sabe el día de mañana.
Que problema y duda insana:
La suerte no dice el que cabe.

El tedio destruye la duda,
Y ese drama de amor tejer
Es posible que viene a ser
La rueda que el destino muda.

El hado que me involucra,
Si leyó no importa que suerte,
Es ver que es mía la ganancia.

Yo no espero por la hora que lucra:
Cualquiera el destino diga fuerte,
Qué materias son estar bastancía.

Revisão de dissertação ou tese - A vírgula e os dispositivos da lei - Seleção de artigos científicos - Emprego de este/ esse [No blog da Keimelion]

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Les Quatre Saisons


The Four Seasons, Stage and Costume Designs by Barry Kay

(Les Quatre Saisons)

Stage set, model

Polyurethane/PET, string, balsa wood, construction paper and cardboard;
scale 1:25. For the use on stage the balloons, resembling clouds, where made of inflatable material.
Ballet de l'Opéra
Théâtre National Opéra de Paris
Première 23rd November 1978
Whereabouts of model unknown

sábado, 10 de janeiro de 2009

SONETO II/XII - PRIMAVERA: LARGO


El horizonte si abrió, la ilusión inunda,
Un mar de deseo por mucho tiempo frustrado
Encaras el destino que se ha mostrado:
Libre de esperanza para la pasión profunda.

Saberes ocultos descubiertos muy breve,
Si los amores alcanzaren la carne así,
Podrán ciertamente calmar el frenesí
Que tormenta quien todavía no si atreve.

Mi sueño de musas que me hacen cautivo
De amor platónico solamente cantado,
La pena capital porque soy escondido.

Estoy satisfecho sin tener un motivo;
Por consiguiente, el deseo ya formado,
No será un gran misterio desconocido.

Revisando seus textos - Quanto custa a revisão de textos? - Erros comuns em redação - Desencalhe sua tese [Blog da Keimelion]

SONETO I/XII - PRIMAVERA: ALLEGRO


Que juego ese existir sin prueba
Cantar estos versos y amores,
Ventaja de vida en los colores,
Es deleite de alegría en trova.

Feliz de vivir para la vida,
Así simple y tomado de canción,
Si espera la continua seducción,
En versos de rima incontenida.

Esa olla de placer, la canté,
Con gracia de amores feraces,
Despierto, en el soñar de las frases,

En la duda que hora encontré,
Pero bien cierto de ser ileso,
Yo no oiré quién me hace estar preso.

Autor versus revisor de textos - Quanto custa a revisão de textos - Plágio e fraude acadêmica - A relevância da introdução [Blog da Keimelion]

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

SONETO I/XII - PRIMAVERA: ALLEGRO


Que lúdico existir sem prova
Cantar estes versos e amores,
Proveito de vida em cores,
Delícia de gozo na trova.

Feliz de viver pela vida,
Tão simples e leve cantiga
Seduz, que se espera prossiga,
Em versos de rima incontida.

Que vaga de prazer, cantei-a,
Com graça de amores ferazes,
Desperto, entre o sonhar das frases,

Na dúvida que hora permeia,
Mas bem certo de ser indene,
Pois não ouvirei quem me condene.

Belo Horizonte, 3 de agosto de 1996.

domingo, 4 de janeiro de 2009

SONETO II/XII - PRIMAVERA: LARGO


Horizonte aberto para ilusão que inunda,
Um mar de desejo muito tempo frustrado
Encara o destino qual sempre foi mostrado:
Vaga de esperança pela paixão profunda.

Saberes ocultos descobertos em breve,
Quando tais amores alcançarem a carne,
Poderão decerto acalmar o duro farne
Que tanto tormenta quem inda não atreve.

Meu sonho de musas que me fazem cativo
Deste amor platônico somente cantado,
O grande suplício por eu ser recatado.

Já fico contente sem ter bem um motivo,
Pois será logo em breve que tal desidério,
Deixará para mim de ser grande mistério.

Belo Horizonte, 4 de agosto de 1996.

SONETO III/XII - PRIMAVERA: ALLEGRO


Só sabe o futuro que tem
Quem conhece dia de amanhã.
Que problema e dúvida insã:
A sina não informa ninguém.

A dúvida o tédio destrói,
E que drama de amor tecer
É possível que venha a ser
A roda que o destino mói.

O fado que concerne a mim,
Não importa que sorte se leu,
É ver que o lucro seja meu
.
Não espero pela hora do fim:
Seja lá o destino o que diz,
O que interessa é ser feliz.

Belo Horizonte, 5 de agosto de 1996.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

SONETO IV/XII - VERÃO: ALLEGRO


Separa-se o certo do errado,
Não tem motivo que confunda
Quem neste quesito se funda,
Cria juízo e se torna honrado.

A enseada da ciência é segura,
Quando diz que sim é bem certo,
Quando não, nem passa por perto,
Saber e erro não se mistura.

Eu, para mim, tudo que almejo
É segurança e a luz que existe,
Clareia trevas e vida triste.

Sei bem quem sou, sei meu desejo,
Que desta vida terei tudo
Estou tranqüilo, não me iludo.

Belo Horizonte, 5 de agosto de 1996.

SONETO V/XII - VERÃO: ADAGIO


Fogo de indústria dos deuses roubado
É nova ciência para as mesmas artes;
Dobre-se engenho todo de outras partes,
Que se fará aqui mais que foi cantado.

De saber novo nem sempre se alcança
Toda beleza que, é certo, se espera,
Conta-se então com o que o tempo opera:
Perfeição plena ao conhecer que avança.

Torno-me ativo sujeito e trabalho,
Com esperança em cada novidade;
Aprendo e faço da maior qualidade.

Aí, dou-me conta de tudo que valho,
Cobro da vida por meu desempenho,
Que sorte minha, boa paga que eu tenho.

Belo Horizonte, 4 de agosto de 1996

SONETO VI/XII - VERÃO: PRESTO


Febril amor, que cálido,
Chamando o corpo estúrdio,
Deseja, estapafúrdio,
Gozar que seja válido.

Mas é prazer sintético,
Assume tom hilário,
Anula-se contrário
Ao motivo dianético.

Não quero ser enérgico
Com toda minha glória
Na fricação corpórea,

Serei apenas sinérgico
Neste instante magnífico,
Dubiamente letífico.

Belo Horizonte, 3 de agosto de 1996.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

SONETO VII/XII - OUTONO: ALLEGRO


Triste encanto assola o coração,
Toda alma a querer, só desejo,
Mas nenhum sentimento ou pejo,
Nada excita o ser, amor não.

Vale a carne pelo seu gosto,
Supre a vontade de ter sexo,
Não mais se suspira em amplexo,
Põe-se a gemer, e mostra o rosto.

Neste tempo, só penso em mim,
Descri de outro afeto que existe,
Que só na renúncia consiste.

Eis-me, que agora agindo assim,
Quase me completo sozinho,
Mesmo acompanhado no ninho.

Belo Horizonte, 2 de agosto de 1996.

SONETO VIII/XII - OUTONO: ADAGIO


Fogo de indústria dos deuses roubado

É mesma ciência para as outras partes;
Pobre de engenho, todo de mesmas artes,
Nunca fará aqui mais que foi cantado.

De saber velho tem sempre quem cansa,
Nula beleza que nada mais gera,
Nem se conte com o que o tempo opera:
Conhecer pleno nunca que se alcança.

Fico passivo, sujeito, e trabalho
Sem esperança em cada novidade;
Faço que aprendo, não tem qualidade.

Aí, tomam conta de tudo que valho,
Cobram da vida por meu desempenho.
Tenho que paga Deus teve no Lenho.

Belo Horizonte, 4 de agosto de 1996.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

SONETO X/XII - INVERNO: ALLEGRO NON MOLTO


Os prazeres se esvaindo diluem,
Num correr ondas de baixa-mar,
O que restou de aprender e amar:
São sonhos e quimeras que ruem.

Cada delícia de outrora é má,
E polui a saudade sem perdão,
Consome a memória de emoção,
Pois pouca novidade agora há.

Engodo de certezas que sou eu,
Clama pela dúvida qualquer
Que minore o sofrer se puder.

Da mesma forma que a alma morreu,
Encontra-se este meu corpo vil
Sem as forças que eram mais de mil.
Belo Horizonte, 3 de agosto de 1996.

SONETO XI/XII - INVERNO: LARGO


Vê-se a morte, encontra-se este último prazer,
Alegria final de quem vive no que aprende,

E encontra o nada, que da salvação depende,
Onde, em geral, a esperança tende a jazer.

Nada mais resta, para esta vida malsã,
Que morte inglória daquele que tudo sabe,
Mesmo que não há Deus, e nenhum apelo cabe,
Morre feliz, na alegre certeza pagã.

Porque parei de aprender, eu morro feliz,
E porque fui o mesmo por quase dois segundos.
É sem receio que cruzo a ponte entre tais mundos:

Qual de certeza, tédio este que eu nunca quis,
Tal de dúvida, último prazer sempre incerto,
Esta alegria, novidade que está mais perto.
Belo Horizonte, 2 de agosto de 1996.

SONETO XII/XII - INVERNO: ALLEGRO


Acabou tudo, tudo mesmo.
Nem o alívio, nada mais resta.
Havendo algo, luz, uma fresta,
Não é morrer, porém viver a esmo.

Não há qualquer sinal, sensação,
Nenhuma ciência existe mais,
Nem enseada, nem outro cais;
Caos de querer, de sim, de não.

Ainda bem! Era o meu desejo.
O desejo também morreu,
E não sei nem se sou mesmo eu.

Ainda bem! Aproveito o ensejo,
Não questiono agora mais nada:
Não há questão certa, nem errada.
Ouro Preto, 6 de agosto de 1995.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

SONETO I/XII - SPRING: ALLEGRO


That playful to exist without test
To sing these verses and loves,
Advantage of life in colors,
Delight of joy in the small song.

Happy of living for the life,
So simple and It has taken poem seduces,
And if she waits that she continues,
In verses of rhymes untied.

That vacant of pleasure,
I sang it, With favor of fertile loves,
Awaken, enter dreaming of the phrases,

In the doubt that hour if passes,
But well certain of being undamaged,
Therefore I will not hear who condemns me.

SONETO II/XII - SPRING: LARGO



Horizon opened for illusion that floods,

a desire sea much frustrate time
Faces the destination which always was shown:
Vacant of hope for the deep passion.

To know occult discovered in briefing,
When such loves to reach the flesh,
Will be able certainly to calm hard fidget
That as much storm who still does not have courage.

My dream of muses that make me captive
Of this platonic love only sung,
The great capital punishment for I to be hidden.

Already I am satisfied without having a reason well;
Therefore, it will be soon in briefing that such desire,
Won’t be a great mystery for me anymore.

SONETO III/XII - SPRING: ALLEGRO


It only knows the future that has it
Who knows day of tomorrow.
That problem and unhealthy doubt:
The luck does not inform anybody.

The doubt mourning destroys,
And that drama of love to weave
Is possible that comes to be
The wheel that the destination grinds.

The destiny that concerns me,
Does not matter that luck if read,
Is to see that the profit is mine.

I do not wait for the hour of the end:
Either there the destination what it says,
What matters is to be happy.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

SONETO IV/XII - SUMMER: ALLEGRO

The certainty of the made a mistake one is broken up,
It does not have reason that it confuses
Who in this question establishes,
Creates judgment and if becomes honored.

The cove of science is insurance,
When it says that yes it is well certain,
When not, nor passes for close,
To know and error not mixture.

I, for me, everything that I long for
Is security and the light that exists,
Illuminates the darkness and the sad life.

I know upper-class who I am, I know my desire,
That of this life I will have everything
I am calm, I do not delude myself.

SONETO V/XII - SUMMER: ADAGIO


Fire of industry stolen of Gods
Is new science for the same arts;
Device of other parts is folded all,
That will become here more than it was sung.

To know new nor always if it reaches
All beauty that, is certain, if it waits,
Counts then with what the time operates:
Full perfection when knowing that it advances.

Lathe me active citizen and work,
With hope in each new development;
I learn and I make of the biggest quality.

There, I give myself counts of that I am valid,
I charge of the life for my performance,
That luck mine, good paid that I have.
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